Todo mundo já se fez esta pergunta pelo menos uma vez na vida! Esta louca vida vai nos levando de um lado pro outro e geralmente quando estamos parados no trânsito, brigando com o nosso chefe, olhando o extrato do banco, ou decidindo se vamos terminar um namoro ou começar outro novo, lá vem a mesma pergunta de novo, como um nó na garganta ou um frio no estômago.

É nesse momento que nos iludimos, acreditando que “aquele emprego”, “aquela pessoa que queremos pra nós”, “aquela viagem” pode preencher este vazio e nos satisfazer. Por que será que nós homens, não aceitamos sermos quem somos de verdade?

Na natureza o único animal que se diz racional também é o único que tem crise existencial e se faz essa pergunta: o que eu estou fazendo aqui? Você nunca viu o sol em dúvida se ele deveria nascer no domingo ou uma minhoca com inveja de um tigre por ele ser listrado e maior do que ela, como se um fosse mais importante do que o outro.

O ser humano se contenta em viver dos pequenos prazeres da vida, fica desejando um copo de água enquanto dá as costas a uma cachoeira cristalina.

Ser um Homem do Brasil é não aceitar levar uma vida “morna”. É buscar a satisfação. É aprender a se reconhecer perfeito com qualidades e defeitos que só acolhidos podem ser transformados. Ser um Homem do Brasil é aprender a se escolher, é saber que a gente merece o melhor.

Ser um Homem do Brasil é, a partir das dificuldades, conseguir enxergá-las como oportunidades para aprender sobre algo que não conhecíamos, sobre nós mesmos. É se fortalecer. É ser auto-sustentável emocionalmente.

Ser Homem do Brasil é saber que tudo o que vem do mundo material, todo homem tem direito a ter.

Ser Homem do Brasil é saber que a distância entre o que é impossível do que é possível é o tamanho da vontade que você tem de tornar o seu sonho realidade.

Ser Homem do Brasil é saber que não sabemos de tudo, mas assumir que tudo que nós sabemos ajuda a reconhecer o nosso valor e a nossa importância neste planeta em que vivemos e que podemos transformar, transformando primeiro a nós mesmos.

 
by: Make Media